TRANSCENDENCIA

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domingo, 20 de abril de 2014

um ou dois dois lugares abandonados

UM SUSPIRO ,  um roçar de mãos  dois lugares . duas história  um só coraçào, breve olhares , fogo de paixão, dois lugares  duas histórias , breves olhares  um aperto de mão ,  conjunto vazio , dois assentos uma breve paixão , rugas no rosto , lugares abandonados , resto de corpos , restos de histórias , jogados em um lixào , abandonado esse dois lugares em plena solidào

um e dois lugares abandonados

 esse lugar ontem pertenceu a alguem , alguem que o abandonou sem dó e  rancou, partiu sem  olhar para  atras , largou esse corpo aqui nesse  lugar fedito  mo meio de tantas outras coisas que seguem seu destino  esqueceu que aqui ficou gravada a historia de suas lagrimas , de seu vazios nas madrugadas  de muitas noites cheias de fantasma  e risos nervosos  provocados pela bebida   , copos  e mais copos deixaram em meu corpo sua marca , , vagabunda e seu cheiro ativo de alcool , as marcas do cigarro ainda queima meus tecidos nervosos  ao balanço de um corpo inquieto a espera de alguem ....

domingo, 6 de abril de 2014

saibam todos voces, hoje é o dia , o dia da minha libertação , ja nem sei chorar e para falar  a verdade  ;dolorida ,

terça-feira, 19 de março de 2013

juntos em vão


maré alta quebra candeia, nome solto vento leva , coração vazio corre chama da alma morta
onde será que está a voz que me seguia noite e dia a dizer alto , EU TE AMO , EU TE AMO , 
ontem durante a tempestade  ouvi um   o tilintar  de vidros quebrado e  uma forte dor no peito , 
seu lado da cama  estava frio e seco , como um jazico  depois de anos de morte, o perfume do 
lugar era fédito , kkkkkkkkkk e uma risada  com um fundo de choro dava o tom a cena ,  SÓ 
esse é o tema  , SÓ   jazianos juntos eu e minha saudade. 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

mal posso esperar o amanha , corre em seu ser um estranha frenezir  ansiosa me sinto  em um estranho carrocel

sábado, 8 de setembro de 2012

natureza

qualquer coisa me tira  do sério ,  me deixo levar ,  sobre a natureza humana nada tenho a acrescentar , obra  mau afamada , é esse tal de homem, destruidor afinado , sua fama da matador  logo se espalhou , cospe longe e dentro do prato que sempre o alimentou .
Larga esse sentimento humano, nào vez que a fera te ronda, corre vai ao criador e dar queixa , zomba dele  sua obra em nada corresponde a perfeiçào do artista ,  deformes trejeito latejam pela pele humana, de lama e agua é sua textura , e até  fede a tal moldura ,  também nào é que  queima a tal criatura , santanica fornalha lhe seca a armadura  dura pedra  se equilibra  em sua altura , que que é a sua imagem  diante da formosura , monstro sem pele ou escama , fusiforme  é seu jeito  estranho, nada tem de belo a criatura .ri do criador  a obra  morta ,  pobre Deus foi  enganado   pela obra que quase lhe rouba a  perfeição , fingiu enganou até  de belo se disfarçou ,  morre o artista e fica  a obra , boa ou má aqui estou .

domingo, 17 de junho de 2012

tange o vento  o  olhar distante , o  mundo louco e de  pedra  mor, sonha  lua  pobre  astro , hora  peble  hora rainha, fantasma de um tempo  onde a brisa mansa se disponha a acariciar a pluma dos suspiros   hoje
 só gira no espaço tal qual  fada madrinha, chora  prata luz intensa , quase morta a pobrezinha  mansa se arrasta   refletindo  a luz do astro  real   hora dama hora rainha , serena caminha   .e mansa a coitadinha.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Lá vem ele novamente sempre  em peito ardente , escancarando  os proprios dentes , sem comentários sempre lhe sorri.
Valente ! onde será que escondes o pente , que a propria brisa o pentear inicia, Joào Valente
cavaleiro ardente ,  sumiu  de repente é assim ,. parte  sempre, a procura do contente , e  brinca sempre   de cavaleiro presente na jornada  vida  de Maria.