TRANSCENDENCIA

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sábado, 8 de setembro de 2012

natureza

qualquer coisa me tira  do sério ,  me deixo levar ,  sobre a natureza humana nada tenho a acrescentar , obra  mau afamada , é esse tal de homem, destruidor afinado , sua fama da matador  logo se espalhou , cospe longe e dentro do prato que sempre o alimentou .
Larga esse sentimento humano, nào vez que a fera te ronda, corre vai ao criador e dar queixa , zomba dele  sua obra em nada corresponde a perfeiçào do artista ,  deformes trejeito latejam pela pele humana, de lama e agua é sua textura , e até  fede a tal moldura ,  também nào é que  queima a tal criatura , santanica fornalha lhe seca a armadura  dura pedra  se equilibra  em sua altura , que que é a sua imagem  diante da formosura , monstro sem pele ou escama , fusiforme  é seu jeito  estranho, nada tem de belo a criatura .ri do criador  a obra  morta ,  pobre Deus foi  enganado   pela obra que quase lhe rouba a  perfeição , fingiu enganou até  de belo se disfarçou ,  morre o artista e fica  a obra , boa ou má aqui estou .

domingo, 17 de junho de 2012

tange o vento  o  olhar distante , o  mundo louco e de  pedra  mor, sonha  lua  pobre  astro , hora  peble  hora rainha, fantasma de um tempo  onde a brisa mansa se disponha a acariciar a pluma dos suspiros   hoje
 só gira no espaço tal qual  fada madrinha, chora  prata luz intensa , quase morta a pobrezinha  mansa se arrasta   refletindo  a luz do astro  real   hora dama hora rainha , serena caminha   .e mansa a coitadinha.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Lá vem ele novamente sempre  em peito ardente , escancarando  os proprios dentes , sem comentários sempre lhe sorri.
Valente ! onde será que escondes o pente , que a propria brisa o pentear inicia, Joào Valente
cavaleiro ardente ,  sumiu  de repente é assim ,. parte  sempre, a procura do contente , e  brinca sempre   de cavaleiro presente na jornada  vida  de Maria.

sexta-feira, 30 de março de 2012

desenhos de areia.

Vela cor de  prata  chào feito de  areia, barco solto mundo adentro , cabeça feita, alma amena, solta o  vento a flor da teia , pobre aranha , teçe  junto , muito junto  a parede  meia, ouço vozes,  meia noite , alma viva que  vagueia , morte súbita sobre a sombra  da lagoa que permeia , altos brados  da correia ,  corre a mula,  serpenteia prevenindo .a hora da  morte, a   hora da lua  cheia .
solta a  encostas o  leite branco das arreias  , tenho sono... velho Dimas, vem noite o céu  povoar, tange longe o pensamento bota fora essa menina hora e  horas a  divagar, arredonda a ponta da lua,  cuidado ! Hó princesa! o vestido maculou foi o   fuso e   força da mão do criador .

quarta-feira, 7 de março de 2012

SALAMANDRAS,  PÉS DE COELHO,  EU JURO   DESSA VEZ NÃO PERDEREI....



dormi e sonhar , caminhos hora antagônicos quando se tem a certeza que os sonhos serão pesadelos , a ave nortuna da paixão com suas asas feridas , geme e grita   a dor da traição , emarranhados de pensamentos  tomam forma singular ,  é quase negro e quase cego o gesto do afagar , mão tremulas seguram-se  dentro da luva , como pôde ...meu nobre cavaleiro  me castigar, nascida princesa de seus olhos , bruxa termino a seus pés , feitiço justo e complexo do livro da vida tirarei, rogarei pragas , cozinharei ervas , costurarei bocas de sapos e lagartas , perderei sapatos e  quebrarei espelhos salgarei pedras e pé de coelho destribuirei  mas juro dessa mandala náo sairei,
TROVANDO VERSOS.


Fazer-me vazia fácil seria, mas será que entenderias, viver ha saltos até toparia , mas será que resistirias
topar  amar-te eu toparia mas será que corresponderias,  trocar-te a   em miúdos fácil seria  mas no que será que  daria,  , esquecer-te nada fácil seria e com toda certeza eu morreria.


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

UM CERTO CÃO VINDO DAS ESTRELAS......

DIA NUBLADO, CÉU CINZENTO,  o agitto do dia,  desumaniza meu olhar, pouco sabia , sobre a estrela secreta qe estava para chegar,  alvo branco raio brando, de dourado olhar, manso como a brisa , de uma noite de luar,  forte raio se fez presente, com não poderia notar, aquele caozinho branco que dicerto veio para me encontar, raio doce , brisa fresca de uma noite de luar, branco fofo de pelo macio,  lindo meu presente estrelar. PACO  seu nome me inspirou o amigo fiel  que sempre me acompanhou , seus passos ainda escuto, em noite silencio, ai meu querido cão estrelar.

COMPANHEIRO FIEL

ainda ouço seus passos cadenciados pelo carinho de me seguir, ainda sinto seus olhos doces  a me pedir, carinhos ,  nada mais querias  além de minha atenção, ho doce fiel companheiro, onde moras agora......,quizera a certeza ter que estás bem, que tudo passou, que já não sofres , que o de casa voce encontrou, doce presente da vida , doce anjo da paz,  quanta saudades e falta voce    me faz. doce brancura e brandura de olhar, me sinto mas so sem ter voce para me guardar.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

ao guerreiro da luz - PACO

Quando vejo retratos, quando sinto cheiros, quando escuto uma voz, quando me lembro do passado, eu sinto saudades...

Sinto saudades de amigos que nunca mais vi, de pessoas com quem não mais falei ou cruzei...

Sinto saudades da minha infância, do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro, do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser...
...
Sinto saudades do presente, que não aproveitei de todo, lembrando do passado e apostando no futuro...

Sinto saudades do futuro, que se idealizado, provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser...

Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei! De quem disse que viria e nem apareceu; de quem apareceu correndo, sem me conhecer direito, de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer.

Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito!
Daqueles que não tiveram como me dizer adeus; de gente que passou na calçada contrária da minha vida e que só enxerguei de vislumbre!

Sinto saudades de coisas que tive e de outras que não tive mas quis muito ter!

Sinto saudades de coisas que nem sei se existiram...
Sinto saudades de coisas sérias, de coisas hilariantes, de casos, de experiências...

Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer!

Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar!

Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar,

Sinto saudades das coisas que vivi e das que deixei passar, sem curtir na totalidade.
Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que... não sei onde... para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi...

Vejo o mundo girando e penso que poderia estar sentindo saudades em japonês, em russo, em italiano, em inglês... mas que minha saudade, por eu ter nascido no Brasil, só fala português, embora, lá no fundo, possa ser poliglota.

Aliás, dizem que costuma-se usar sempre a língua pátria, espontâneamente quando estamos desesperados... para contar dinheiro... fazer amor... declarar sentimentos fortes... seja lá em que lugar do mundo estejamos.

Eu acredito que um simples "I miss you" ou seja lá como possamos traduzir saudade em outra língua,
nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha. Talvez não exprima corretamente
a imensa falta que sentimos de coisas ou pessoas queridas.

E é por isso que eu tenho mais saudades... Porque encontrei uma palavra para usar todas as vezes em que sinto este aperto no peito, meio nostálgico, meio gostoso, mas que funciona melhor do que um sinal vital quando se quer falar de vida e de sentimentos.

Ela é a prova inequívoca de que somos sensíveis! De que amamos muito o que tivemos e lamentamos as coisas boas que perdemos ao longo da nossa existência...

Clarice Lispector.
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