O grito que se ouve , nada tem de aflição , tem sim uma boa dose de solidão.
das entranhas da alma geme um pobre coração , ora cheio ora vazio , como um porão de um navio sempre pronto a carregar, em que cais ancorrarei , que marujos encontrarei , portos sujos , ondas bravas, coração cheio de magoa em que caís aportarei, terra a vista , esperança renovada, ágius pensamentos , fracas palavras, marolas de letras agitam palavras vagas , lagrimas e ondas se contemplam num agito sem parar ora vai ora vem em um tonto balançar e novamente o grito que nada tem de aflição , toca em tom maior o tronbone cujos acordes são da solidão.
Nenhum comentário:
Postar um comentário