TRANSCENDENCIA
TRANSCENDER
segunda-feira, 18 de julho de 2011
VENTO e o lobisomem
Em certas noites escuras o vento resolve soprar pelo avesso, quente por fora e frio por dentro , apostando corrida com a lua branca alva negra mancha , sombra onde o pensamento fugidio , arruma logo uma assombração, uiva o lobo , destoante notas de terror a lo, meio lobisomem meio homem, corre mata , cheiro forte , jasminzando doce feito da flor de cor do leito , sangra seiva rubro jeito , mancha sangue , boca ardente , afiados lindos dentes , corta guela, , branca pele, jovem doce donzela , , cujo colar de perola esparrama pelo chão , tenebrande altos brados de um uivar agonizante , cheiro sangue, morte perto , junto todos em um misterio, alho, cruz, agua benta, espanta o uivo simbilante crava estaca peito forte , entre os dentes finos e forte , o iuvo do lobisomem na escuridão.
UM TE pERDIDO
no balanço da mare´alta , respingo de chuva fria , chora claro e clariante, em um rem rem rem gemedou , o braço de mar quase morto , banhando a lingua fétida da praia, maré alta, mareou , geme geme gemedou , desce o barco , rumo norte em busca do perdedor janga janga jangadeiro, mare alta mareou osso ve-lo vela mina , tesourado , quase em cima ,vela solta vela movída , branca espulma de algodão , quase morta quase viva a mulher do capitao, rasgo , saia pernas mostra , deixa louco de desejo o temporão , menino moço, sem juizo firme desejo possuido , faca corta seu juizo, rouba o t perdido . dos rumos certos escolhidos pelos temporais do verão .
O CIRCO DA MINHA VIDA
meus gritos e meus sussuros jamais serão ouvidos, eles não pertencem a ninguem , falo por mim e de mim, nada me interessa nos outro, que falem .... seus gritos e sussuros , também nao serão ouvidos, cabelos ossos e pelos,
conjunto indivísivel , manco é o pé esquerdo do farol , seu piscar, caolho me confunde, direção e rumo ,quase diferente se entrelaçam , juntos pés e braços de disfarçam , esbugalhados dedos e olhos se encaminham em um ultimo espetáculo sobre o picadeiro.
conjunto indivísivel , manco é o pé esquerdo do farol , seu piscar, caolho me confunde, direção e rumo ,quase diferente se entrelaçam , juntos pés e braços de disfarçam , esbugalhados dedos e olhos se encaminham em um ultimo espetáculo sobre o picadeiro.
A FLOR DA PELE,
um soluço mudo me estreme a carne, hora como um arrepio desce a minha espinha, estou só !
em redor tudo soa apenas como traços em desmanche , a agua que esparramou-se sobre aquarela, tudo esta disfigurado, o embaço das lágrimas mal me deixa ver o que aconteçe naquele recanto do jardim , amor e ira se apropriam de meu sangue, como pode ....alguem tão proximo me machugar assim , traindo-me como a sombra trai seu dono, depende do sol para se por a frente e enfrentar o sentimento fracassado.
um soluço mudo me estreme a carne, hora como um arrepio desce a minha espinha, estou só !
em redor tudo soa apenas como traços em desmanche , a agua que esparramou-se sobre aquarela, tudo esta disfigurado, o embaço das lágrimas mal me deixa ver o que aconteçe naquele recanto do jardim , amor e ira se apropriam de meu sangue, como pode ....alguem tão proximo me machugar assim , traindo-me como a sombra trai seu dono, depende do sol para se por a frente e enfrentar o sentimento fracassado.
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