A FLOR DA PELE,
um soluço mudo me estreme a carne, hora como um arrepio desce a minha espinha, estou só !
em redor tudo soa apenas como traços em desmanche , a agua que esparramou-se sobre aquarela, tudo esta disfigurado, o embaço das lágrimas mal me deixa ver o que aconteçe naquele recanto do jardim , amor e ira se apropriam de meu sangue, como pode ....alguem tão proximo me machugar assim , traindo-me como a sombra trai seu dono, depende do sol para se por a frente e enfrentar o sentimento fracassado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário